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May122014

23.857 visualizações, 177 citações em 5 anos. Nada mau...

...e olha que isto é de UM só artigo: minha revisão de 2009 sobre o cérebro humano e como seu número de neurônios se compara com o de outras espécies.

A imagem abaixo é uma indicação do impacto mundo afora deste artigo: mais de 20 mil visualizações do texto integral. Nada mau! Gosto das revistas da Frontiers por uma série de razões, e apenas uma delas é esse relatório de visitas e downloads de cada artigo que publicamos lá. Segundo o Google Scholar, esta revisão, publicada em 2009, já foi citada 177 vezes - menos somente que o artigo original sobre o número de células no cérebro humano, citado 303 vezes até agora.



Coloco isso aqui como motivação para os jovens cientistas brasileiros. Se os outros fazem salami science, ciência-de-porta-de-geladeira ("qual é a droga/subunidade de receptor/probe que vamos testar hoje?"), ou apenas mais um "trabalhinho" (como eu detesto ouvir isso!) pra criar mais uma linha em seus currículos, problema deles. É, SIM, possível fazer ciência de ponta neste país, apesar dos pesares. Pensar grande é um dos requisitos básicos; investir em PARTICIPAÇÃO INTERNACIONAL também - ir a congressos, conhecer pessoalmente as pessoas da sua área, divulgar e defender suas ideias. Não se faz ciência de impacto internacional sem sair de casa. Eu acho, ao menos.

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Reader Comments (1)

Hi Suzana.

(sorry this is off topic)

Firstly, Thank you for so neatly providing an empirical measure of cortical neurons.

It is great to be able to have a sound factual basis for figures that I quote.
Secondly, Could I please have permission to the "brain tree" diagram that accompanies your TED talk for inclusion in the latest book on which I am working"The Intricacy Generator: Pushing Chemistry and Geometry Uphill"?

Regarding your talk, I would heartily support all you say with the exception that cooking of food is better considered as enabling brain development rather than driving it.

For that, it seems to me a selection pressure is required.. Which I would attribute largely to tertiary tool use and the sharing of imagination that we call language.

Best regards.
Pete.

May 17, 2014 | Unregistered CommenterPeter Kinnon

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